Endêmico da Mata Atlântica, vive em emaranhados de bambus e taquarais em áreas acima de 1000 até 2300 metros de altitude, além de matas secundárias e bordas de florestas.
Fotografia: Raphael Santos
Habita florestas altas, capoeiras e jardins. Durante as horas de maior atividade é muito agressivo. Se alimenta de néctar e também caça insetos e pequenas aranhas enquanto voa, com manobras rápidas. Tem necessidade de se limpar frequentemente devido ao constante contato com o néctar das flores.
Fotografia: Raphael Santos
Habita as matas secundárias, capoeiras, plantações e matas de galeria (matas altas). Embora habite matas, desce em campo aberto para se alimentar. Come predominantemente frutas, embora se alimente também de folhas, brotos, grãos e insetos. É monogâmico, o macho dá comida à sua fêmea, virando e abaixando gentilmente a cabeça, como os pais alimentam os filhos.
Fotografia: Raphael Santos
Visto geralmente de forma isolada, é incomum ver mais de um indivíduo ao mesmo tempo. Enquanto paira no interior da floresta, tem o hábito de emitir solitários piados curtos a intervalos de um ou dois segundos. Alimenta-se principalmente de carboidratos, conseguidos através do néctar das flores, mas come também pequenos artrópodes.
Fotografia: Raphael Santos
Habita regiões florestais, geralmente em bandos de 10 a 40 indivíduos. Nidifica em cavidades em troncos de árvores onde são postos de 3 a 5 ovos.
Fotografia: Raphael Santos
Vive no chão. Só é visto durante o dia somente se espantado. Nestas ocasiões, voa curtas distâncias e logo volta a sumir em meio à vegetação rasteira, procurando se camuflar em meio as folhagens no substrato.
Fotografia: Raphael Santos
Habita pontos elevados da Serra do Mar, em grupos de 8 a 10 indivíduos. Vive nas capoeiras e nas matas em regiões montanhosas.
Fotografia: Raphael Santos
Além das cores, destaca-se por seu hábito de pousar em galhos expostos, cercas e fios. Ocupa os ambientes abertos, desde campos, praias de rio com arbustos, até cerrado e bordas de vegetação florestal. Utiliza ambientes criados pelas mãos humanas, sendo notável em jardins e parques urbanos. Ainda pode ser observado na periferia de cidades. É normalmente encontrado aos pares.
Coruja terrícola, tem hábitos diurnos e noturnos, mas é ativa, principalmente durante o crepúsculo, quando faz uso de sua ótima audição. Tem o campo visual limitado, mas essa deficiência é superada pela capacidade de girar a cabeça até 270 graus, o que ajuda na focalização.
Fotografia: Raphael Santos
Vive na copa do pinheiro-do-paraná, (Araucaria angustifolia), onde vive todas as fases de sua vida; eventualmente utiliza outras árvores no deslocamento de um pinheiro para o outro. Habita desde florestas de araucária até áreas onde essas árvores aparecem isoladas, como jardins e quintais. É a ave símbolo de Curitiba.
Fotografia: Sergio Gregorio
Vive no interior da mata e suas bordas, no dossel da floresta em associação com outras espécies de aves. Alimenta-se principalmente de frutos mas também de artrópodes. Visita comedouros de pássaros com frequência e nos meses mais frios do ano aparece em áreas mais abertas em busca de alimento.
Assim como outros beija-flores, alimenta-se basicamente de néctar de flores, mas também caça pequenos insetos com grande habilidade em voos curtos. Tem um papel importante na polinização de muitas plantas. É um dos visitantes mais comuns de bebedouros de água com açúcar, em cidades ou em sítios.
Fotografia: Sergio Gregorio